Música

http://www.blogger.com/add-widget?widget.title=Megadeth Radio&widget.content=%3cscript type%3d%22text%2fjavascript%22 src%3d%22http%3a%2f%2fwidgets.clearspring.com%2fo%2f4adc6e9803694c34%2f4b33ce080a7736c8%2f4adc6e98366e230e%2f41409611%2fwidget.js%22%3e%3c%2fscript%3e

Pages

Mostrando postagens com marcador inutilidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inutilidades. Mostrar todas as postagens

23 de maio de 2011

Fragmento

Existe noite em que a medida do possível fica longa demais, é muito esforço para uma possibilidade, tem hora que cansa, toda hora! Toda noite! Existe um ditado entre os crédulos, de que se quisermos fazer Deus rir, contemos a Ele os nossos planos... mas tudo bem, o mundo é justo: também aos ateus é permitida a sensação de impotência.

8 de novembro de 2010

Anotações do Estagiário

Nesta segunda-feira, comecei a semana em alto estilo: seminário com o pessoal do estágio. Aos que não sabem, informo que estagio no Arquivo Público do Estado de São Paulo sendo o seminário então sobre essa área incrivelmente interessante.

No nobre intuito de preservar as diversas catarses intelectuais obtidas pelos ouvintes mediante aos magnânimos discursos dos seminaristas, foram distribuidos bloquinho de papel e caneta para anotações junto de um kit com outros ítens básicos como a programação do evento e a Tabela de Temporalidade (não me pergunte).

Em dado momento, pus-me a escrever alucinadamente. Durou coisa de cinco, no máximo dez, minutos. Apresento-lhes o resultado:

Deram-me um bloquinho de papel e uma caneta, quiseram-me pronto para o registro de suas futilidades e fustrei suas intenções no recorte de mim mesmo. Nasci com os olhos voltados para dentro e enxergo mundo refletido no sangue que bombeia meu coração.

Dou valor somente a experiência tingida na paixão. Meu ímpeto, minha inspiração, só se preza ao vital, ao que enriquece minhas veias na maré das emoções.

De meu lugar, vejo um homem pequeno discursando sobre coisas vazias - ou, indo mais além, um homem vazio discursando sobre coisas importantes que acabam pequenas em sua fala apática. A distância nos dá perspectiva: só se mantém grande, ao longe, aquilo que é grande por essência. Tal qual a saudade que eu sinto agora...

Esse amor cresce no horizonte quando deveria atrofiar diante do empirismo da vida prática. A rotina satisfaz e preenche as lacunas deixadas, mas, por algum motivo, não cura a falta. Ainda que o buraco no peito possa se fechar para que eu siga em frente com tranquilidade, as feridas internas cobram atenção e eventuais hemorragias vem com o turbilhão de lembranças engatilhado por um aroma, uma música... uma palavra.

E sou seu mesmo no eventual silêncio das memórias quando me esqueço de você, sou seu principalmente nesses momentos breves quando não preciso pensar, apenas sentir. E como me faz mal esse negócio de sentir! Vêm-me sobretudo medo e tristeza, mas, mesmo assim, não tenho dúvidas de que valeu e ainda vale a pena. Nunca ninguém me fez tão mal... nunca ninguém me fez tão vivo!

somente ela sabe do que falo...

20 de dezembro de 2009

Pérolas

Hora de um pouco mais de humor, cortesia da faculdade. O lar do saber também é notório pelos disparates, bizarrices e loucuras mais diversas, essa é a FFLCH (fefeléch para os íntimos). Sem mais delongas, vamos a um top 10 das maiores pérolas:

10ª - "...na verdade..." x35 (por aula) - prof. Eduardo e seu léxico muito rico.

9ª - *escrevendo na lousa: G-U-E, pausa* "Como é que se escreve mesmo?" - prof. Ângelo na árdua tarefa de escrever a palavra "guerreiro".

8ª - "Na internet existe um cemitério virtual de animais." - prof. Ana Maria nunca fugindo do tema da aula.

7ª - "Cortou o cabelo?" - colega Icaro perguntando ao amigo... esquecendo momentâneamente ser do sexo masculino.

6ª - "Me enganem, mas me enganem com classe" - prof. Rodrigo sobre seu rigoroso método de avaliação.

5ª - "Não me interesso por história medieval, nem minimamente. Não tenho uma estátua de cavaleiro na minha sala... nunca joguei rpg." - prof. Marcelo dando sua aula de História Medieval II.

4ª - "Não trouxeram as canetinhas?" - prof. Claudette perplexa pelo despreparo dos estudantes de história.

3ª - "Não da para admitir, é inadmissível." - aluno não admitindo a situação do prédio de história um pouco antes da greve.

2ª - "O estado não caiu ainda." - já na greve, um aluno desiludido lembra a nós que ainda não chegamos na anarquia.

e agora, a primeira posição...

1ª - "Negócios negócios, negócios à parte" - prof. Ângelo, de novo, sobre a muito complicada situação de Taiwan e China... não entendo até hoje.

14 de novembro de 2009

Ponto A, Ponto B

Segue a publicidade do meu livro imaginário...

O que é o escrever? Seria pertinente parar um momento para pensar na tragetória da escrita, no que somos antes e depois da redação. O que muda? O que se move? O que permanece? Sou preenchido de dúvidas diante do tema.

Quero acreditar que a pergunta tem resposta, e uma que me agrade, pois é nesse sentido que construo esse livro. Um livro sobre ele mesmo, sem ele não haveria resposta, mas também indagação. Algo inútil e ao mesmo tempo de fundamental importância.

Ponto A: a ideia crua, a vontade, o impulso, o sentimento: a verdade

Ponto B: a lucubração, a satisfação, o pulso firme, a racionalidade: a farsa

Pois que algumas coisas nunca deveriam ser escritas e mesmo assim o é feito matando-se a magia deste mundo, sem pudor. Pois que certas coisas são decifráveis e vitais e ainda assim morrem por inanição relegadas ao plano da incerteza.

O quanto perdemos ao escrever? O quanto perdemos pela ignorância?

Ponto A, Ponto B. Em uma livraria perto de você!

6 de novembro de 2009

Vestígios (parte 2)

Preparem-se para a verdade, caros leitores, pois essa vem a cavalo... ou não seria essa a vingança? Bom, hora de escrever alguma coisa. Pensei muito no assunto para que pudesse fazer hipóteses pertinentes ou ao menos divertidas, não sei se consegui, mas vamos lá.

Eram três as opções, então logo já se vê que estou divindo todas as pessoas do mundo em três grupos, fácil errar. É claro que não são todas as pessoas do mundo que se dispõe a ler esse blog, já existe uma pré-seleção, um quarto grupo que eu não tratarei de delimitar. Não querem ler meu trabalho, azar o de vocês!

Sem mais delongas, aos que leram a primeira parte, o mistério desvendado (e aos que não leram é só baixar um pouco a barra e depois voltar para cá).


Diário: quem o escolhe é uma pessoa romântica, intimista. Quer tanger a alma do amado e o faz pelo contato com suas palavras. Acredita que entender os sentimentos é importante para se conhecer uma pessoa e, mais importante, acha que isso é possível.
Muito idealismo achar que estariam ali todas as respostas e mesmo que seria possível ler o suficiente, se é que isso existe no que concerne a conhecer uma pessoa, para desvendar todos os mistérios do íntimo antes de ser descoberto por alguém.


Câmera: esse aqui é um sujeito um pouco mais realista. Sabe que é rápido ver fotografias e mesmo que as palavras mentem. Ora, também é verdade que uma imagem vale por mil palavras (igualmente mentirosas). Também há uma diferença na busca de informação.
Antes de ir atrás do que sente a pessoa, vai atrás do que faz, de como ela se porta. Dentre os muitos sentimentos que poderia guardar o coração poucos vão para o diário e muitos menos chegam a um sorriso na face ou qualquer outra demonstração, são irrelevantes.


Chave: duvido que alguém tenha escolhido essa opção, mas falarei do tipo ideal que pretendi ao criar essa opção. A chave representa uma alternativa a câmera e ao diário, quem se arrisca a tomá-la é porque não acha os dois itens anteriores suficientes.
Esse aqui é realista, não se contém com provas poucas como riscos no caderno ou imagens numa telinha. Ainda assim foi se meter nessa situação e ainda assim se arrisca com uma gaveta que pode não conter nada. Este é o maior dos hipócritas: o realista apaixonado.


É isso, espero que tenham gostado. Depois ainda volto para dizer o que havia em cada um dos ítens e como a escolha afetaria a análise.

3 de novembro de 2009

Vestígios (parte 1)

Gostaria de propor um exercício para vocês, muito pouco me utilizo da interatividade no blog. Abrirei um espaço hoje para a auto-descoberta, uma leitura dos leitores, se me permitir. Bastante simples, proponho um problema e aí os senhores escolhem uma saída.

Feita a escolha, guarde-a para si. A partir dela tentarei fazer uma leitura de sua personalidade com base no meu zero-treinamento na área. (A inspiração veio de uma cena de um certo seriado, dois polegares para cima para quem souber qual).

Vamos lá...

O caro leitor esta apaixonado! Pois é, meus pêsames. Pouco faz senão pensar na criatura amada durante o dia, mesmo não sabendo absolutamente nada da pessoa! Você até se surpreende por fantasiar com uma pessoa que à você é completamente estranha.

Você trabalha em um escritório e a mesa dela(e) é de frente para sua. Ainda assim, fora algumas fofocas no bebedouro e trechos de conversas inocentemente captados, pouco se sabe deste amor platônico. Oras, essa insanidade não pode continuar!

Um belo dia, por motivos que não vou me dar ao trabalho de explicar (talvez seja domingo e és babaca e esqueceste) você é o primeiro a chegar no seu setor. É possível adiantar o serviço, ou mesmo voltar para casa e tocar o foda-se, mas algo chama sua atenção.

Olhando para a mesa onde mora o desejo você lembra, e confirma visualmente, que seu amor tem preguiça de guardar a chave de uma de suas gavetas e sempre a deixa na fechadura. Provavelmente não recebu o memorando de segurança do chefe péla-saco, mas não convém discutir o fato. O ponto é que a chave estava lá.

Ou você está completamente apaixonado, ou não vale nada e não tem nenhum respeito pela privacidade alheia, pois virei um minuto e o sr.(a) já se encontra à frente de uma gaveta aberta!
Dentro dela, três objetos: um caderninho desgastado, uma câmera digital e outra chave.

Meio entreaberto, o caderninho mostra anotações desconexas, deve ser um diário; a câmera deve conter fotos da viagem que você ouviu falar em alguma conversa; a chave deve abrir a segunda gaveta que por sua vez deve conter objetos mais apetitosos aos olhos do curioso.

Seu chefe pode muito bem estar enfurnado na sala, você não checou, e existe a forte possibilidade de alguém chegar a qualquer momento. Com risco de ser flagrado neste pequeno delito de grande constrangimento, uma escolha se apresenta.

Fora esse risco ainda há o fato de a primeira leitura, a primeira espiada por detrás dos segredos de seu amor, contaminar as demais. Então, qual vai ser, qual das três você escolhe? O diário? A câmera digital? Ou a chave?

Pense bem e escolha um, volto depois com o resultado...

1 de outubro de 2009

Desagradável

...mas engraçado. Coloco aqui videos dos novos poetas de nossa geração, preparem-se:





13 de setembro de 2009

Quiz!

Você internauta fadigado, preguiçoso, vagabundo mesmo! Você aí mesmo, não desvie o olhar. Em um momento de tédio dessas últimas férias achei um site de quiz ligado ao twitter deveras interessante. A ferramenta para construir testes é bem acessível, acabei fazendo dois.

A velha fórmula de abrir um espaço e deixar que os próprios usuários cuidem do conteúdo é garantia de sucesso. Mas não vou criar falsas expectativas, é tudo muito banal, admito. No entanto, não existe lugar melhor para perder o tempo do que fazendo testes o/

Segue o link do site e dos meus dois testes (Avalie sua Tristeza e Quem é você na série Friends?)

PS: Seu animal, não vai esquecer que precisa estar registrado na porcaria do twitter.

2 de abril de 2009

Aos usuários de Twitter

Só 140 caractéres certo? Então lá vou eu ~> Vão se foder!

Explicaria por quê, mas a sua linguagem limitada não permite.

30 de dezembro de 2008

Pensamentos soltos de fim de ano

Foi um ano conturbado, confuso, de aprendizado, de perda e de ganhos.. eu acho. Hora de resumir tudo o que foi relevante nesses 12 meses que se passaram tão rapidamente, nunca vi ano passar mais rápido.
2008

Expectativas básicas

cumpridas.. entrar na USP.
frustradas.. pegar pesado nos estudos e tirar carteira de motorista.

Lições de vida

aprendi.. que pequenas paixões podem encher a sua vida de poesia, mas só um grande amor te deixa sem palavras.
desaprendi.. a cair e levantar denovo, por muito pouco tenho desistido.

Saldo material

prejuízo.. microondas, tv, pc e até amplificador da guitarra, tudo inventando de pifar ou funcionar mal. Ah é! E perdi meu celular novinho!
lucro.. o desejo era colocar "carro" aqui.. mas nem rolou, eita promessa furada!

Saldo emocional

prejuízo.. algumas decepções dolorasamente descritas pelas divagações e, agora, pelo silêncio dese blog. Paixões vãs, o afastamento de uma verdadeira segunda mãe e um pai distante figuram no topo.
lucro.. uma irmã de volta a minha vida

Mudança

De escola pra faculdade, da vizinhança de meus amigos de infância para outro lugar, da comodidade de um para a tranqüilidade de outro, de apartamento para casa. Tudo de uma vez, ainda hoje não me sinto pronto.

Conclusão

Foi um ano para esquecer e para lembrar. A imensa perda de tempo contrapõe o aprendizado com os consecutivos erros, são dolorosos, mas tem serventia como material de estudo.

Ficou para o ano que vem (as boas e velhas promessas)..

- Pegar firme nos estudos
- Resolver a questão do saldo emocional
- Trabalhar*
- Correr a São Silvestre*
- Fazer academia
- Praticar mais guitarra

*o que é novidade, o resto eu já prometi inúmeras vezes

Bom.. é isso, a todos que acompanham este reduto de tédio caótico desejo um feliz ano-novo. Já chega, podem ir..

1 de novembro de 2008

Volta ao passado #3 (parte2) - o texto encontrado

Hoje é dia de inovar, de exagerar, me sinto ousado. Este aqui provavelmente será o texto mais diferente dos demais. Isso porquê eu não o escrevi. Exatamente, plágio! Bom, estou pouco ligando, e francamente acho que a escritora tão pouco.

Pertinente com o texto da postagem anterior este texto estava na miselânia de porqueiras que sobreviveu a mudança. Descartei um dos meus melhores trabalhos, mas essa coisa veio comigo. Justo então que eu o mostre.

O texto em questão nem é tão antigo, é do ano passado. Consite no discurso de formatura daquela que foi meu par na ocasião que, não tendo onde guardar a bendita folha, me pediu que o fizesse. Farei as mesmas observações em vermelho de sempre, vamos lá.


Discurso professores - formatura

Boa noite a todos.

Hoje estou aqui para dizer um pouco sobre as pessoas que nos ajudaram a chegar até aqui. Representamos uma vitória e um começo de uma nova etapa (chuuupa!) Mas sofremos muito até chegar aqui. (alguns mais do que outros, nas palavras do meu sábio professor Alencar a quem fizesse de lá um clube)

Quantas vezes questionamos e fomos questionados.. Aprendemos a lutar, a aprender, a ensinar, a não desistir, aprendemos a conviver. O que somos hoje devemos a todos esses grandes professores. (principalmente os poucos loucos como eu que estiveram por lá desde a primeira série do fundamental)

Chamar de professores, não creio que seja a palavra certa de se usar, mas mestres. Isso sim classifica o que vocês são. (era uma hora festiva então não cabia acrescentar que, em oposição, alguns nem o título de professor mereciam)

Mais do que química, física, português, história (\o/) , matemática. aprendemos com eles valores, aprendemos com eles a viver, a ser quem somos hoje. (acho que já ouvi essa parte) Aprendemos a sermos humanos.

Vimos que temos que ser persistentesm e que quando caímos temos que ter força para levantar e seguir em frente. Com certeza, quando formos embora daqui hoje, eles ficarão em nossas histórias, como aqueles que tiveram força, garra e o dom de ensinar a coisa mais preciosa a alguém... a vida. (não sei se iria tão longe, ah é.. as aulas sobre orientação sexual!)

O aprendizado é tudo que se pode ser levado adiante. Eles foram as pessoas que nos ensinaram a não desistir e lutar pelo conhecimento. Foram eles que ficaram todos os dias falando para nó que o mundo la fora não é nada fácil, e que para ser alguém tem que estudar.. (mal sabia eu o quanto era difícil, ainda hoje, aqui fora, aprendo)

Eles tiveram paciência tiveram a paciencia de nos explicar quantas vezes fossem necessárias (segundo critério deles) , eram eles (professores de humanas) , quem falavam para desenvolver um pensamento, eram eles que requeriam diciplina, eram eles nossa segunda família.

Nós, do terceiro ano de 2007, só temos a agradecer pela participação e por todos os momentos, broncas, piadas, histórias, risadas, momentos em que todos precisávamos daquele empurrãozinho, dos conselhos, do meio ponto para subir a nota (ahh.. agora entendi a história de "força para se levantar") .. de tudo.

Agradecemos a vocês que souberam além de transmitir seus conhecimentos (Rubens cabeçudo), transmitir suas experiências (Luiz Felipe, mestre dos causos) obrigada por terem acreditado nos nosso ideais e nos sonhos ('..e terem destruido tudo em seguida', é mentira, mas seria um baita final impactante) obrigada por nos ajudar a superar nossos obstáculos.

E aui, fica a nossa saudade e os nosso reconhecimento das grandes pessoas que vocês são, e mais uma vez: OBRIGADA

Quase ninguém se comoveu e nem tivemos uma festa após a solenidade, mas teve la seu impacto. Foi uma boa formatura.

Volta ao passado #3 (parte1) - o texto perdido

Nas últimas edições desse meu trabalho de resgate de textos antigos meus me restringi a cavocar a gaveta para acha-los, irei um pouco mais longe agora. Apesar do meu ego relativamente grande são poucos os textos que realmente me orgulham.

Tinha um que eu gostava muito em especial, mas ele se perdeu na minha recente mudança, joguei-o fora junto com os papéis velhos. Uma de minhas obras primas descartada como uma prova de química ordinária. Deixando a tristeza de lado, vamos a proposta.

O texto em questão foi escrito em 2004 quando eu tinha 14 anos. Tentarei, dentro do limite que minha memória permitir, reconstrui-lo para vocês e, principalmente, para mim. Vamos lá!


"O homem que morreu mais de uma vez"


Tomava seu café na mesa um homem já em seus quarenta anos, ele folheava o jornal. Atenta uma mulher servia o seu café com um triste sorriso e senta à mesa encarando-o, era óbivo que esperava algo, só não se sabia o que.

João era seu nome e, pra variar, uma olhada no relógio revela que estava atrasado para o trabalho. Levantou bruscamente da mesa, largou o jornal dobrando-o de qualquer forma acenou para a esposa e caiu no chão da cozinha, morria um marido amado.

João não tinha tempo para chorar pelo pobre marido, ou sua viúva, ou sequer tentar socorre-lo, precisava ir para o trabalho. Ás passos atrasados ele chega no ponto a tempo de pegar o ônibus que por sorte atrasou como ele, o próximo viria muito mais tarde.

Entrou então no ônibus, pagou ao cobrador e tratou de procurar um lugar á janela, obteve êxito. Olhando para fora começou a sonhar sobre o futuro, sobre o passado, sobre a vida que levava tão corrida. "Sempre foi assim? O que foi que aconteceu" - ele perguntava.

Relembrou os tempos de infância quando corria de uma lado para o outro fingindo ser um super-herói. Simulava combates com os coleguinhas, sua vizinha mais novinha era obrigada a ser a vítima sequestrada, um pouco tirano de sua parte, mas nunca se divertiu tanto desde então.

O tempo passou e ele adolesceu, evoluiu seus conceitos e suas escolhas. Via um novo modo de salvar o mundo, de proteger vidas diariamente: queria ser chefe das operações especias. Seus pais porém derrubaram todo o glamour dos filmes dizendo do quanto era importante a conquista financeira.

Antes de alçar grandes cargos na polícia haveria de passar maus vocados, acabou abdicando da carreira dos sonhso por isso e se tornou advogado. Algum tempo depois se casou com sua vítima favorita que nunca deixou de ve-lo como verdadeiramente era: um herói.

Não tinha tempo de pensar nessas besteiras, era hora de rever os casos da empresa. Tinha de ser produtivo, não havia tempo para devaneios mesmo no ônibus. No balançar do ônibus cai o corpo de um homem cheio de sonhos e metas.

João não tem tempo de lamentar a ironia do fim tão breve de alguém que sempre enxergou a frente, chegou o seu ponto e ele precisava pular. Correu para o seu prédio, pegou o elevador lotado e entrou em sua sala antes que seu chefe o visse.

O plano não deu certo. Escancarando a porta entra um homem careca bufante falando palávras que é melhor não pronunciar aqui. Muito se falavar sobre prazos encurtados e a quantidade processos, João sabia que não era culpa dele mas abaixou a cabeça e concordou com tudo.

Tão rápido quanto entrou o escandaloso homenzinho careca deixou a sala batendo a porta. O barulho só foi superado pelo baque de um corpo que caia no chão. Era um homem de orgulho e convicções de fortes, mas não cabe aqui lamentar pelo falecido.

João afasta o corpo para que possa ajeitar a cadeira de rodinha e começar a rever os malditos processos, ia ser um dia looongo. As horas se arrastaram enquanto ele fazia a tarefa quase mecânica de carimbar os processos e colocar na pilha dos lidos.

Já estourado de horas extras é obrigado então a voltar para casa no horário convencional e pegar aquele trânsito delicioso. Embalado no ônibus mal sente as pontadas de guarda-chuvas de maletas de escritória, estava estranhamente leve.

Exorcisado da lata de sardinhas João da os últimos passos na direção de casa. Entra na sala, coloca o casaco no gancho, tira os sapatos e grita pelo nome da mulher avisando de sua chegada. Ninguém responde. Estranhando o silêncio ele se dirige para a cozinha lentamente.

A luz estava acessa mas nenhuma voz ou som saia de lá, havia algo de errado. Ao pisar na cozinha ele sente a sua meia ficar úmida. Olhando para baixo percebe-se uma poça de sangue formada ao redor do corpo de uma mulher com os pulsos cortados.

Na mesa havia um bilhete que agora ele lia trêmulo, no mesmo se dizia "não sei viver sem ter você, adeus". Após a leitura o corpo de João caia, desta vez difinitivamente. Morria ali no chão da cozinha desfeito do último pingo de vida, sem qualquer motivo para querer viver.

21 de outubro de 2008

Volta ao passado #2

Escavando novamente a gaveta encontrei alguns textos da sexta, sétima e oitava série que fiz para escola. Não demorou muito para que eu pensasse em coloca-los no blog e dar seguimento às minhas "voltas ao passado".

O que era mais um exercício despretencioso acabou se tornando uma jornada de auto-conhecimento muito valorosa. Além de ver que escrevia ainda pior do que agora (óbvio) cometendo erros gramaticais absurdos, descobri algo muitíssimo interessante.

Eu fui, durantemente muito tempo, um baita de um conservador. Adorava punir personagens que não seguiam a "moral e os bons costumes" e presentear românticos e sujeitos de fibra moral. Descobrindo minha própria sexualidade ainda, algumas conclusões eram meio débeis.

Repete-se a mesma brincadeira da última vez, anotações em vermelho e talz. O texto escolhido acabou sendo uma dissertação sobre namorar e ficar. O ano é 2002 e tenho 12 anos.

"Namorar ou ficar"

Na sociedade de hoje (me sentindo o entendido) não se pode apenas namorar, agora também se pode ficar. Claramente é melhor namorar (faltou dizer 'com base em minhas fantasias' me faltava qualquer experiência) porque, para se "ficar" com alguém, não precisa demonstrar nenhum sentimento pela outra pessoa, é como experimentar" a outra pessoa. Namorar é melhor pois, você tem um relacionamento com a pessoa, e realmente sente algo por ela, não está apenas vendo se ela beija bem.

Namorar ao invés de ficar deixa a pessoa mais madura pois, ela começa a entender a complexidade dos relacionamentos, e talvez o namoro se torne casamento. (duas constatações assombrosas: primeira, eu era um psicólogo, só assim pra concluir tanto assim sem evidências; segunda, eu pensava em casamento como relacionamento ideal)

Quando você fica com alguém, depois do beijo, você descobre que a pessoa não sente nada por você (na maioria das vezes) (não sei da onde eu tirava essas constatações) e simplesmente tudo acabou. E também há a possibilidade de desapontamento. (essa não era a questão central do texto?)

14 de outubro de 2008

Time is money

Este popular ditado, que da nome a postagem de hoje, é o lema dos novos tempos. Cada segundo disponível deve ser vendido, os segundos improdutivos são dinheiro jogado fora. Para saber se você esta de acordo com as normas do admirável mundo novo eu bolei um teste.

É muito simples, serão várias perguntas com alternativas a serem escolhidas. Você pega a que melhor lhe diz respeito e anota a pontuação. Termina então a porcaria do teste, some tudo e se encontra nos resultados. (A - 1 ponto B - 2 pontos C - 3 pontos D - 4 pontos)

Vamos lá...

1. Opa! Fim de semana pela frente, animação no ar para o merecido descanso. O que fazer?
a) Preparar um intinerário já na quinta-feira, cada hora deve estar preenchida (nem que seja com a anotação 'dormir') é bom estar preparado
b) Se assegurar pelo menos do que acontecerá em cada período (manhã, tarde, noite) dos dois dias, uma anotação breve somente se for passível de esquecimento.
c) Para o sábado ao menos esboce uma idéia básica, nem precisa combinar, só faça um lista na cabeça das possibilidades para não ficar perdido.
d) Deixa rolar, é bom ser espontâneo.

2. Um amigo diz que vai se atrasar para um compromisso pelo menos uma hora. O que responder?
a) Com tom severo você desmarca o compromisso e uso o tempo para resolver atividades pendentes.
b) Deixa claro o quão aquilo é irresponsável, mas resolve esperar. Durante a hora resolve algumas atividades pendentes.
c) Tranquiliza o atrasado e diz que vai esperar. No meio tempo liga para alguém ou simplesmente da uma caminhada para passar o tempo.
d) Diz que tudo bem e espera sentado.

3. Você tem dois compromissos para o dia seguinte, uma aula de algum curso (importante para você) e um aniversário marcado de última hora de um colega. O final do primeiro coincide com o início do segundo, obviamente deverá ser feita uma escolha. Como proceder?
a) Ir ao curso, ficando até o final, e evitar atrasos no cronograma mesmo que signifique chegar somente na hora do parabéns.
b) Ir ao curso, mas sair um pouco antes do final da aula para curtir um pouco da festa. Chegará atrasado, mas demonstrará certa consideração.
c) Ir ao curso só para marcar presença e sair no meio da aula. Terá que se informar e tentar repor o prejuízo mais tarde, mas uma festa é sempre divertida.
d) Não ir ao curso, tire o dia de folga. Não se atrasará para a festa e se perguntarem por você no curso terá uma otima desculpa.

4. Como você organiza seus compromissos?
a) Agenda.
b) Anotações dispersas.
c) Memória.
d) Vaga idéia.

5. Daqui uma semana você vai..
a) Sem me dar a hora exata eu não sei, começando pelas 8h da segunda eu vou...
b) Além da rotina normal, tenho alguns planos para segunda como..
c) Tenho algumas idéias, mas nada muito certo.
d) Sei lá.

6. Com que frequência você acessa a internet?
a) Meia hora por dia no máximo, há dias em que nem uso.
b) Quando eu tenho livre eventualmente entro, passo uma hora.. duas.. não sei ao certo.
c) Entro mesmo quando tenho outras coisas pra fazer, acaba acontecendo. Não passa um dia sem que eu entre.
d) Uso para caralh... Msn e Orkut na veia!

7. TV..?
a) Um desperdício
b) Diversão eventual fácil
c) Passatempo favorito
d) Sempre ligada

8. Qual o horário mais adequado para dormir
a) De madrugada (0h~6h). Tempo livre preservado
b) Tarde da noite (22h~6h). Duas horas da noite a mais para um sono adequado.
c) Sem horário certo, desde que não passe da alta madrugada. Não da para perder o dia.
d) Quando possível dormir a manhã inteira.

Resultados
25~32 - Seu tempo não vale nada, talvez, no máximo, valha o preço de uma ligação local.
17~24 - Esta se vendendo barato, mas ta cobrando pelo menos
09~16 - Te alugar custa caro, pensarão duas vezes antes de gastarem seu tempo
01~08 - Muito bem! Seu tempo vale ouro. Já é quase uma prostituta de luxo
0 ~ Tempo inestimável

"Como assim? É impossível não marcar nenhum ponto!" você ter pensado. Bom, isso é muito simples de ser explicado, quem faz essa porcaria de teste longo pra dizer algo que provavelmente já sabe, não da tanto valor ao seu tempo.

Uma segunda dúvida então surge "Como a pessoa saberá que seu tempo é inestimável se ela não fez o teste e portanto não leu o resultado?". Novamente, muito simples. Ela provavelmente saberá disto e não precisa perder tempo com o óbvio.

13 de setembro de 2008

Volta ao passado #1

Escrevi esse aqui a alguns anos atrás.. A escrita esta confusa então não sei se entendi muito bem minha letra. Se trata de uma declaração de amor que eu nunca entreguei. Passado o tempo minhas lembranças se tornam apenas histórias cada vez mais distante de mim.

Em vermelho eu colocarei algumas obervações, é um texto bem peculiar e um certo cuidado se faz necessário. Mantive alguns erros de português de propósito. Bom, então ai vamos nós pelo túnel do tempo:

O ano é 2005 e estou me torturando com uma paixão a alguns meses e então escrevi para desabafar:

A minha querida

Antes de mais nada, revelo meu mais sincero desejo de não parecer piegas e até ridículo. Essa é a 'demonstração mais sincera de expressar' (?!?!!) tudo o que há no meu coração e que talvez as palavras ditas não expressem tão bem quanto as palavras escritas o fariam.

A muito espero alguém que me tire o fôlego, alguém que me dê alegria e que eventualmente possa me dar alguma tristeza também, já que a vida não é um mar de rosas (parece excessivamente pessimista mass.. o Nada é bem mais assustador que qualquer tristeza).

Procurava alguém que preenchesse esse vazio que assola o meu coração e desse um motivo para levantar todos os dias com um 'sorrizo' (sim, eu escrevi sorriso com "z") no rosto mesmo às segundas-feiras após uma noite mal dormida.

Você me da tudo isso e muito mais (agora preparem-se para "A" frase). Você tem meu coração na sua mão, com um movimento pode destrui-lo em mil pedaços ou traze-lo junto ao seu peito para que bata junta ao seu. Deixo meu destino em suas mãos (parecia uma boa frase na hora).

Seu 'sorrizo' (mais uma vez errado) abriu meus olhos para a beleza que esse mundo pode ter às vezes. Quando tudo parece estar errado, o meu amor por você continua certo, pulsando ansioso pela próxima vez que verei você.

Você me deu esperanças de seguir em frente me dando mais atenção e carinho que qualquer outra garota já me deu (sem querer desmerecer minha melhor amiga), me trata de um jeito todo especial.

Não quero insinuar que você obrigatoriamente sinta algo por mim, sei que pode ser apenas amizade e esse ser seu jeitu. Mas não posso continuar assim sem saber o que se passa em seu coração.

Somos bem diferentes em certos aspectos, apesar da pouca diferença entre nossas idades você é muito mais madura do que eu. Sei que existem várias razões para que não haja nada entre nós, mas eu moveria montanhas só para que você tentasse.

Uma pequena pausa para refletir sobre o que já foi escrito. Posso ver agora que me diminuir não ajuda muito. Não é um bom elogio dizer da grandiosidade do que sinto se me descrevo como tão pequeno, é atirar no próprio pé. Bom.. continuemos:

Para finalizar, digo-lhe o que tenho a oferecer. Desde já, saiba que me tem como seu eterno admirador não importa o que aconteça (mantive a promessa até os dias de hoje). Caso você decida aceitar o meu amor prometo torna-la meu sol e girar ao seu redor a todo instante, minha existência dependenderá da sua (ainda não era muito bom com metáforas).

Amarei-te como nenhum outro e jamais te deixarei na mão. Posso não ter experiências em relacionamentos, mas sei que te amar já é meio caminho andado, o resto agente pode aprender juntos.

Espero que você tenha entendido o que sinto, foi difícil colocar exatamente o que se passa no meu coração em meras palavras, é um sentimento imensurável ("indescritível" talvez fizesse mais sentido), mas cheguei o mais próximo possível.

Leia atentamente e com carinho responda a minha última pergunta sinceramente, se a resposta for "não", respeitarei a sua vontade e seremos apenas amigos (la vem o senhor pessimista). Será difícil, mas não se pode ignorar os sentimentos dos outros e a última coisa que quero é te desagradar. Bom, ai vai..

[Nome da garota] você quer ficar comigo?

Agora algumas considerações finais. A primeira delas é em relação a intimidade deste conteúdo, ouso dizer que esta tudo tão distante que já posso tratar como uma história ordinária onde meu "eu antigo" é apenas mais uma personagem.

A segunda é em relação do nome da garota, não me incomodaria de colocar, mas ela poderia. Sendo o nome algo tão irrelevante, deixemos como está. A terceira é quanto ao final da história, até que tudo deu certo (após algums turbulências).

Todos temos uma história para contar, mas geralmente estão infectadas por percepções tardias e falhas da memória. Tenho a sorte de que antes que isso acontecesse deixei um prova de tudo aquilo que carregava naquele momento. O que vocês tem diante de si é o retrato fiel de meu coração de três anos atrás.

2 de setembro de 2008

Perfil

Hoje senti uma vontade bolar um perfil, fazer uma auto-análise. Leia isso se você tiver alguma curiosidade sobre a criatura por tras dos textos deste blog.

Dados iniciais

Nome: Luis R. P. Mendes
Idade: 18 anos
Frase de apresentação: Sou tímido, tenha um pouco de paciência.


Filiação

Mãe: Jovial menina mesmo em seus quarenta e tantos anos. Obstinada (ou teimosa) enfrenta os problemas de frente. Conquista a quase todos ao seu redor, nos demais provoca inveja. A meninice traz consigo porém, alguma ingenuidade.
Pai: Um homem também na casa dos quarenta, aparentemente sério, mas muito brincalhão. Inteligente e esforçado parece viver para seu trabalho. Poucos sabem tudo aquilo que ele prefere esconder. Talvez eu seja a pessoa que melhor o entenda.


Heróis

De infância (fictício): O power ranger azul da primeira geração. Não me encantava pelo líder como a maioria e gostava da idéia ter como poder adcional a inteligência.
De infância (real): Meu pai. Por tudo que ele é, por tudo o que eu achava que ele era, por tudo o que eu queria que ele fosse. Orgulhava-me de ser o primogênito e ter algo de especial.
Atual (fictício): Dexter, para os que não sabem é um serial killer personagem principal de uma série de TV. Gosto de ver um sociopata se infiltrando na sociedade, quem sabe não haja chance para um sociofóbico como eu?
Atual (real): Meu ego já é muito grande, bem como meu cetisismo, para admitir hérois reais.


Banalidades

Amo.. escrever, assistir filmes, jogar futebol, ouvir e tocar música (de qualidade) e receber elogios, meu ego nunca será grande o bastante!
Odeio.. black music, RnB ou como quer que você queira chamar esta porcaria. Também não gosto de críticas, ouvirei-as e até posso considera-las, mas poucas coisas me irritam tanto.
Me orgulha.. ser parecido com meu pai
Me envergonha.. ser tão preguiçoso
Um sonho.. voltar no tempo
Um desejo.. receber uma grande homenagem (por mérito próprio)


Suposições idiotas

Se minha vida fosse um filme.. eu seria o vilão de um drama policial (ainda que em alguns momentos tendo a querer ser o mocinho de uma comédia romântica ordinária).
Se eu ganhasse 1 milhão de reais.. compraria a felicidade. Não esta a venda? É só comprar a miséria alheia, ai serei relativemente feliz.
Se eu fosse um animal.. não estaria escrevendo isso aqui.


Considerações finais: Ficou uma merda! Desilga o PC e vai ler um livro.

28 de agosto de 2008

Manual para a roda de conversa

Inspirado por um programa que comenta alguns absurdos com veia humorista (Penn & Teller: Bullshit!) cujo o tema era boas maneiras e iluminado por meu ego gigantesco decidi criar um manual para uma boa conversa em grupo... comigo! xD

Siiim, esta será uma postagem consideravelmente longa, a começar pela introdução, e não levará a lugar nenhum. Então prepare-se. Se você não me conhece, e para que esta não seja uma leitura totalmente inútil, pode usar esse manual para pessoas tímidas. Talvez funcione.

Feitos os devidos esclarecimentos vamos lá!

Regra nº 1 ( a regra de ouro) - Jamais, nunca, em hipótese alguma diga: "fale alguma coisa!" nem "você esta muito quieto!", é extremamente desagradável.

Regra nº 2 (a regra básica) - Não seja estúpido! Parece simples, mas a linha entre uma brincadeira e uma ofença é tênue. Ser idiota rende uma risada, ser estúpido pode lhe render um soco na cara. Lembre desta riminha.

Regra nº 3 (a regra ignorada) - Não seja expansivo. É legal se destacar no grupo, mas você vai acabar tomando atitutes extremamente grosseiras como se posicionar a frente ou cortar a fala de alguém, excluíndo-a do grupo.
OBS: Esta aqui é relativa, é válida para somente alguns casos. A agressividade é visto por muitos ainda como ponto forte.

Regra nº 4 (uma regra adcional) - Proponha assuntos comuns a todos de preferência, a formação de subgrupos é ligeiramente desagradável. É claro, haverão momentos em que irá acontecer, é só não fazer disso um hábito.

Regra nº 5 (sobre o espaço) - Quanto ao espaço podem haver algumas regras de etiqueta básicas. Se atente a elas, geralmente é coisa simples. Por exemplo em um ônibus, tudo bem que a conversa terá de ser alta pelo barulho do trânsito, mas não grite, por favor! Respeite quem esta fora da roda também.

Regra nº 6 (a regra de platina) - Desde que todos se sintam bem, mesmo desrespeitando as outras regras, você estará no caminho certo. Afinal, quem sou eu para dar os ditames de toda a boa conversa aplicáveis a todas as pessoas? ^^

21 de agosto de 2008

Frases #1

Hora de passar alguma sabedoria para vocês reles sandeus. Sempre gostei de ler frases de grandes pensadores, farei as minhas agora.

"A diferença entre o altruísmo e o egoísmo é a dimensão da hipocrisia, onde os egoístas são obviamente os mais sinceros;"

"As pessoas são complexas demais para serem classificadas em boas ou más, ainda sim simples o suficiente para serem classificadas como pessoas."

"Sempre anote suas idéias, é como a coisa do barulho da arvore que cai na floresta deserta, se ninguém ouve simplesmente não aconteceu." (já perdi muita idéia boa)

24 de julho de 2008

Tutorial para mensagem pessoal no msn, vulgo subnick (parte2)

Bom, vamos lá criar alguns subnicks. Há alguns critérios e subdivisões, mas a regra geral é a mesma: escreva o que vier a sua cabeça. Ai vão alguns dos tipos:

a) Mensagens diretas (sem rodeios diga algo a alguém, como "Fulano você é fera")

b) Mensagens diretas ocultando destinatário (caso seja meio forte dizer de cara, como "Te Amo", por msn fica esquisito se a pessoa ainda não souber)

c) Pensamentos soltos (se vc quiser transmitir a todos algum estado seu, como "a vida é uma desgraça" ou " a vida é bela" quem sabe...)

d) Poesias ou frases marcantes ( fuja de clichês e citações, crie a sua própria lição de vida, mas com cuidado com as...)

e) Pseudo-criações (parece original, mas é derivação, como... você vai saber, quando parecer que já leu aquilo antes)

f) Mensagens ocultas (esse aqui é meu favorito, vale tudo: outras línguas, trocadilhos, deformação de declarações, dicionário dos nomes, sugestão de compatibilidade... uma festa)

Bom... ta aí. Acabo nem sendo um tutorial, mas uma explicação sobre um assunto nada interessante. Se leu, minhas sinceras desculpas

23 de julho de 2008

Tutorial para mensagem pessoal no msn, vulgo subnick (parte1)

Há vários tipos de subnick. O primeiro passo então é descobrir que tipo é mais a sua cara.

1. Em branco (você tem mais o que fazer do que pensar nisso)

2. Frases clichês, coisas como "seja você mesmo" (bom para pessoas... simples)

3. Trecho de música ou citação de texto (se outro falou de algo que você entende, melhor do que você faria, ou a frase não sai da sua cabeça) possui duas variáveis
a) no idioma original, normalmente inglês (se você paga um pau pra sonoridade da língua alheia)
b) traduzida (se você se importa mais com o significado)

4. Frases próprias (se você acha interessante explorar a criatividade um pouquinho)


Identificado o tipo verifique se é um dos três primeiros. Se for, a frase provavelmente vira a sua cabeça sem grandes rodeios. Agora para o ítem 4, amanhã procedo com algumas dicas de criação